Quando o orvalho que corre do meu olhar.
Congelar.
Sobre a rosa que não pude te entregar.
Quando as palavras que tive que calar.
Antes de aceitar.
Que não poderia mais te abraçar.
Aprenderem a voar.
Então terei entendido que não deveria mais acreditar.
Nas promessas que fazíamos, acreditando naquele luar.
De quando podíamos brincar de sonhar.
Engraçado como essa solidão não consegue ignorar.
Meu sofrimento de não poder te amar.
E insiste em me fazer lembrar.
De tudo de bom que você me fez encontrar.
Talvez algum dia em outra cidade.
Eu consiga conviver com essa saudade.
Talvez deixe de doer
meu fim de tarde.
Quando sobrevoar sobre meu coração aquele passarinho verde.
Que só existia quando eu podia me abrir com você.
Autor: Alberto Correa de Matos
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