terça-feira, 1 de agosto de 2017

Metáforas desiludidas


Amar.
Sem ter suas palavras para continuar.
Me obrigou a aceitar.
Que você não quer mais voltar.

Do Precipício.
Aonde minhas lágrimas correm em silêncio.
Artificio.
Que usei para manter de pé as paredes do nosso palácio.

Nessa Liberdade.
De me iludir que estou sozinho todo fim de tarde.
Acompanhado sempre por alguém me lembrando de que sinto na verdade.
Saudade.

De um Tempo.
Em que você brotava como lírios no meu campo.
Passatempo.
De quem acreditava que toda minha dor era apenas um contratempo.

Mas infelizmente.
Meu destino fez sua parte novamente.
Sorte.
Que dessa vez me deixou ainda te sentir por toda parte.




Autor: Alberto Correa de Matos 

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