Monotonia.
É o remédio que uso para vencer o dia.
Melancolia.
Era o nome daquela cor de quando minha boca te sorria.
Amores.
De vários tamanhos e sabores.
Dores.
Em uma vitrine de paixões.
Fundamentos.
De antigos textos mal interpretados.
Substituídos.
Pela modernidade desses tempos antigos.
Morto.
Como um casamento.
Desfeito.
Festejando todo nosso sofrimento.
Opiniões.
Passageiras vinda das bocas de cantores.
Atores.
Que ensaiam somente os espetáculos de quando eram felizes.
Mentiras.
Que vindas de tantas vidas.
Falsas.
Se eternizariam como parte de nossas lembranças.
Vendidas.
Autor: Alberto Correa de Matos
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