Deveria.
Aceitar que sem seu sorriso no começo do dia.
Desapareceria.
Vagando pelas fotografias discretas buscando uma nova
estrela guia.
Conversas.
De novos futuros antigos em poucas horas.
Desajeitadas.
Que nos faziam beber do amor em algumas latas.
Feridas.
Que no meu coração permanecem abertas.
Venenosas.
Como um ciúme que pouco a pouco corrompeu minhas palavras.
Corrompidas.
Pelas marcas de outras tempestades coloridas.
Páginas.
De tantas outras frustrações doloridas nas capas das
revistas.
Mentiras.
Que um dia me fizeram acreditar nas nossas promessas
engraçadas.
Solteiras.
De um beija flor sorrindo para um buque de rosas brancas e
vermelhas.
Autor: Alberto Correa de Matos
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