Despedidas.
São suaves palavras.
Forjadas.
Em decisões precipitadas.
Lágrimas.
São como poemas sem linhas.
Palavras.
Arrependidas.
Estrelas.
Que povoam páginas.
Solitárias.
De um diário recheado de mentiras.
Canetas.
Que desenham mascaras.
Manchadas.
Sobre nossas lembranças borradas.
Desertas.
Que escapam de antigas ampulhetas.
Quebradas.
Derramando areia sobre o tempo de nossas esperanças.
Autor: Alberto Correa de Matos
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